O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu 'Os Lusíadas' e ele
respondeu-me que não sabia, que não foi ele...
Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...
- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas' respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
O comandante do posto:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um 'aperto', vai ver que ele confessa tudo!
Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no
sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?
- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'.
Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar.
O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer
chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a:
- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar
foste tu e já não te lembras...!
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quinta-feira, 19 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Diálogo entre políticos
Francisco Louçã:
- Senhor Primeiro Ministro, isto está de tal maneira que até as raparigas licenciadas têm que se prostituir para sobreviver.
O Primeiro Ministro com o seu sorriso inteligente responde:
- Lá está o Senhor Deputado a inverter tudo, ....o que se passa é que o nosso sistema de ensino está tão bom, que até as prostitutas hoje são licenciadas...
- Senhor Primeiro Ministro, isto está de tal maneira que até as raparigas licenciadas têm que se prostituir para sobreviver.
O Primeiro Ministro com o seu sorriso inteligente responde:
- Lá está o Senhor Deputado a inverter tudo, ....o que se passa é que o nosso sistema de ensino está tão bom, que até as prostitutas hoje são licenciadas...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Porque é que os nomes dos índios são tão compridos...???...
Um bravo indiozinho, filho do chefe Grande Traseiro Sonoro Descaído,aproximou-se do pai numa manhã de radioso Sol e perguntou-lhe:
- Meu pai: porque é que os nomes dos Índios são tão compridos, e não são como os dos rostos-pálidos, que se chamam Bill, Tex ou Sam?
- Meu filho, os nossos nomes são um símbolo da beleza natural de tudo o queacontece, o reflexo da vivência de um, por vezes breves instantes e representam a riqueza maior da nossa cultura na sua forma de expressão mais pura.
(Índio culto, este, né? Assim a puxar para o intelectual. É "chefe"!...)
- Como assim? - estranhou o nosso pequeno herói.
- Por exemplo, a tua irmã mais velha chama-se Lua Cheia no Grande Lago porque foi feita numa noite de luar em que eu e a tua mãe andávamos a passear à beira do lago e nos abraçámos e beijámos e o amor gerou a vida dela.
- A tua mana mais nova, a Seara Ondulante na Brisa Matinal, tem este nome porque foi gerada numa ocasião em que a tua mãe e eu fomos passear pelos campos de trigo, numa bela manhã de verão, e o amor, mais uma vez, fez das suas!...
- Oh!
- Olha, o teu irmão chama-se Grande Corcel das Pradarias Imensas, porque um dia vinha com a tua mãe, pela pradaria, de regresso à aldeia e, como estava muito calor, resolvemos descansar, abraçámo-nos, beijámo-nos e aí ele foi gerado.
- Ah!...
- E que mais queres tu saber, meu pequeno e valente Camisinha de Merda Furada Vinda da China?
- Meu pai: porque é que os nomes dos Índios são tão compridos, e não são como os dos rostos-pálidos, que se chamam Bill, Tex ou Sam?
- Meu filho, os nossos nomes são um símbolo da beleza natural de tudo o queacontece, o reflexo da vivência de um, por vezes breves instantes e representam a riqueza maior da nossa cultura na sua forma de expressão mais pura.
(Índio culto, este, né? Assim a puxar para o intelectual. É "chefe"!...)
- Como assim? - estranhou o nosso pequeno herói.
- Por exemplo, a tua irmã mais velha chama-se Lua Cheia no Grande Lago porque foi feita numa noite de luar em que eu e a tua mãe andávamos a passear à beira do lago e nos abraçámos e beijámos e o amor gerou a vida dela.
- A tua mana mais nova, a Seara Ondulante na Brisa Matinal, tem este nome porque foi gerada numa ocasião em que a tua mãe e eu fomos passear pelos campos de trigo, numa bela manhã de verão, e o amor, mais uma vez, fez das suas!...
- Oh!
- Olha, o teu irmão chama-se Grande Corcel das Pradarias Imensas, porque um dia vinha com a tua mãe, pela pradaria, de regresso à aldeia e, como estava muito calor, resolvemos descansar, abraçámo-nos, beijámo-nos e aí ele foi gerado.
- Ah!...
- E que mais queres tu saber, meu pequeno e valente Camisinha de Merda Furada Vinda da China?
Marido honesto...
Uma mulher foi presa por roubar no supermercado.
Quando estava no tribunal, o juiz perguntou-lhe:
- O que é que a senhora roubou?
Ela respondeu:
- Uma Lata pequena de pêssegos.
O juiz perguntou-lhe o motivo do roubo, e ela respondeu:
- Porque estava com fome.
O juiz então perguntou à senhora quantos pêssegos tinha a lata:
- Tinha 6 pêssegos.
O juiz então disse:
- Vou mandar prendê-la por 6 dias, 1 dia por cada pêssego.
Mas antes que o juiz pudesse terminar a sentença, o marido dela perguntou
se poderia dar uma palavrinha ao juiz.
O Juiz disse que sim, e perguntou o que queria ele dizer.
Então o marido disse:
- Ela também roubou uma lata, das grandes, de ervilhas!
Quando estava no tribunal, o juiz perguntou-lhe:
- O que é que a senhora roubou?
Ela respondeu:
- Uma Lata pequena de pêssegos.
O juiz perguntou-lhe o motivo do roubo, e ela respondeu:
- Porque estava com fome.
O juiz então perguntou à senhora quantos pêssegos tinha a lata:
- Tinha 6 pêssegos.
O juiz então disse:
- Vou mandar prendê-la por 6 dias, 1 dia por cada pêssego.
Mas antes que o juiz pudesse terminar a sentença, o marido dela perguntou
se poderia dar uma palavrinha ao juiz.
O Juiz disse que sim, e perguntou o que queria ele dizer.
Então o marido disse:
- Ela também roubou uma lata, das grandes, de ervilhas!
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